Após várias discussões e momentos de crise conceitual chegamos a esta performance que reflete as nossas acepções sobre o termo. O local escolhido foi uma escada interrompida por um muro (ou talvez o contrário) que gera de um modo quase automático diversas situações de estranheza à medida em que é ocupada. Ao nos centrarmos em tal aspecto, acabamos perdendo a noção de ocupação mais abstrata do espaço, essencial na realização de uma performance. A crítica em sala de aula além de esclarecer conceitos, nos ajudou a detectar problemas de timing e, é claro, da introdução do elemento cômico que distou de toda a sutileza do restante da performance.
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